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Como é voar com a Rutaca

Foi com a Rutaca que mais voamos na Venezuela, ao total foram 3 voos (dos 8). Com eles voamos em Airbus NADA novos. Sabemos que o importante mesmo é a mecânica desses aviões, mas pelo estado “por fora”, nada convence muito.

Os assentos são antigos, alguns tem a costurando soltando, mesas de apoio que caem quando o passageiro da frente se mexe e bagageiros sujos e descascando. icon-frown-o

O preço da “brincadeira”? É ai que está o que mais vale a pena. Nossos voos custaram US$12 por pessoa/trecho com a Rutaca e voamos de Santo Domingo (próximo a fronteira com a Colombia, em Cúcuta) para Maiquetía/Caracas e de lá ida/volta para Puerto Ordaz. Ainda tem um refresco (água ou refrigerante) incluso! icon-smile-o

Trecho de Santo Domingo até Caracas – Voo Rutaca

Trecho de Caracas até Puerto Ordaz – Voo Rutaca

O atendimento do pessoal a bordo é o esperado, o mesmo que encontraria em voos nacionais de qualquer empresa brasileira. Único problema – igual em praticamente todos os voos – é o atraso na chegada do voo anterior e que acaba por atrasar o seguinte.

Saiba mais nesse post sobre nossa passagem pela Venezuela

 

Guiche da Rutaca no aeroporto de Santo Domingo

Dicas

Abaixo listamos algumas dicas para quem planeja voar pela Venezuela.

  1. É possível comprar direto no guichê da empresa ou pelo site, mas é provável que encontre problemas, como a não aceitação de dinheiro ou cartão de crédito. Em um voo vimos placas indicando que só vendiam através de cartão de débito, o que em nada ajuda os turistas. A melhor forma para comprar é através de agências, pela nossa experiência não há cobrança extra por esse serviço e a forma de pagamento de agências é sempre “a combinar” como dinheiro (bolivares, dólares, reais ou pesos colombianos – depende do caso), Transferwise, transferência via PayPal, etc.
  2. Como todos os voos na Venezuela é indicado chegar ao aeroporto 3 horas antes do voo (mesmo sendo voo nacional) para realizar o check-in – não, não há check-in pelo site. E como quase todo voo na Venezuela (todos exceto um em nossa passagem), saiba que haverá atrasos.
  3. Em todos aeroportos que passamos (Maiquetía/Caracas, Puerto Ordaz, Maracaibo e Santo Domingo) havia empresas que embalavam as malas. Sempre nos foi indicado fazê-lo para evitar roubos. O custo? MUITO barato. O mais caro que pagamos foi 1.500 bolivares (U$0,50 na época) por mala. Já em Maiquetía (Caracas) pagamos isso pelas duas malas que levamos.

 

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Marcos :Nascido na Austrália, 28 anos, formado em Administração de empresa. Primeiro aventura foi em 2007 em um mochilão pela Bolívia e desde então não parou mais. Pratica esportes de aventura e ainda fotografa. Iniciante no mundo de vídeo (captação e edição).